Afinal de contas, o que é o bullet journal?

Meu primeiro contato com o termo bullet journal foi pelo facebook, quando uma amiga perguntou por que não o usava para dar conta de tantas tarefas, fui pesquisar sobre o tema e me encantei.

O método que foi originalmente criado por Ryder Carrol tem como principal característica a flexibilidade e foi desenvolvido para controlar o passado, organizar o presente e planejar o futuro.

Tudo que você precisa é de um caderno (de um tamanho não muito grande, assim será possível tê-lo sempre em mãos – A5 ou A6 são os mais usados (eu acho o A6 muito pequeno) e uma caneta. Claro que quem é apaixonado por cadernos e canetas vai sempre querer experimentar coisas diferentes.

As primeiras páginas do caderno serão reservadas para o Índice, logo em seguida vem o registro do futuro ou Log Futuro (future log), o registro mensal ou log mensal (monthly log) e finalmente o registro diário ou log diário (Daily log). Também reserve um espaço para a página de símbolos (eu costumo deixar logo no início, depois do índice).

Índice: anotar cada entrada com o número da página.

Registro do futuro: divide cada página em três e coloque o mês a que se refere. Aqui você vai anotar tarefas/eventos que você já tem agendados ou agendar a medida que eles forem surgindo.

Registro mensal: aqui você vai colocar cada dia do mês e na frente de cada um a letra do dia da semana a que se refere, a página seguinte reserve para anotar quais as tarefas e atividades daquele mês.

Registro diário: coloque as datas e os dias da semana e acrescente as tarefas, eventos, notas e tudo mais que achar importante. O meu segue a mesma simplicidade dos outros, anoto a data e o dia da semana em uma cor que escolho para o mês e depois vou acrescentando as tarefas.

Os símbolos sugeridos por Carrol são:

  1. Tarefa

o Evento

– Nota

X Concluído

— Cancelado

> Transferido

< Reagendado

No meu eu errei a descrição do símbolo <, mas entre rasurar e deixar pra lá escolhi a segunda opção.

No final do mês abra um novo registro mensal e avalie seu registro diário do mês anterior, veja as atividades que ficaram em aberto e avalie o que é necessário realizar e o que não vale mais seu tempo, anota os símbolos correspondentes para isso. Esse exercício é libertador e nos faz ver o quanto tempo gastamos com coisas que não são necessárias e importante, daí o termo que Ryder usa – controlar o passado.

Esse processo é chamado de migração e quando utilizado de forma correta nos ajuda a eliminar distrações e sermos mais produtivos (simplesmente fiquei apaixonada por ele).

Aqui nesse vídeo o Carrol explica de uma maneira bem legal e resumida toda a essência do método, o vídeo está em inglês, mas tem tradução.

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